O amor e a maternidade

tonybowran-pregnant

É uma pena, mas é um fato, histórias de amor nem sempre geram filhos, claro que não estou considerando os deslizes, como a gravidez surpresa, mas na maioria dos casos o homem evita, ou seja,  homens solteiros na casa dos tais 30 anos não estão preocupados em ter filhos, tecnicamente exagerando ele ainda tem pelo menos uns 40 anos de fertilidade pela frente, mas a mulher, mesmo não estando com 30, pode ser 25, 27, enfim, chega num momento da vida em que ela quer engravidar, ficar emocionalmente sossegada e segura, e se ela gosta muito do sujeito é com ele que ela sonha poder conceber seus rebentos, e no frigir dos ovos, muitos homens correm.

Se o homem correr desse tipo de compromisso, a mulher com certeza vai encontrar um parceiro disposto para gerar filhos, mesmo que não seja um amor tão intenso e verdadeiro. Ela até que gostaria que o pai fosse o fulano, afinal havia lá no fundo um desejo verdadeiro, mas agora é tarde demais, o que importa é poder ter os próprios filhos. É óbvio que uma família em harmonia, com pais que se amam e que geram seus filhos em comum acordo é bem melhor, na verdade é o ideal, mas a vida às vezes é urgente demais  e não temos tempo a perder, portanto, crescei e multiplicai-vos. 

O amor que nasce com a chegada de uma criança é maior que qualquer outro, muda a vida de uma mulher para sempre e  muda a do homem também, mas na maioria das vezes nem se compara, não tem explicação, por isso, em muitos casos, o pai é apenas um detalhe. Como pretendo ser um dia um pai presente, atuante e apaixonado, me incluam fora dessa categoria…rs.

Boas vibrações para mamãe, papai e filhinhos!

 Foto: Tony Bowran

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4 comentários sobre “O amor e a maternidade

  1. Que bonito isso…rs. Eu já tenho meu filho, meu companheiro há 11 anos e é tudo na minha vida, infelizmente opai se tornou isso que vc disse, apenas um detalhe…rs. Mas sigo muito feliz com meu pequeno príncipe. Bj. Cida

  2. Nossa!!! AMEI!!! Não vejo a hora de ter um filho, mas acho que ainda vai demorar um pouco, não por falta de vontade, mas porque quero seguir a ordem, rs… Namorar, ter uma casa, casar e depois ter um filho…
    BEIJO GRANDE…

  3. Oi, Sall, tudo bem? Letícia, do BABEL.com, a gente se conheceu pelo Gengibre, lembra? Pois é, desde então, quero vir visitar o teu blog e agora, com os dias um pouco mais livres, posso fazê-lo com tempo.
    Antes de mais nada, amei a foto. O nu de mulher grávida é incomparável, né? De uma beleza sublime, o milagre da vida. A gente fica imaginando o turbilhão de transformações lá dentro desse invólucro aparentemente pacífico. E como é resistente!
    Mas enfim, o tema do post foi lindo e, vc tem razão, a natureza grita em um determinado momento, mas este deve bem pensado, refletido tb, pois o mundo de hoje não está para irresponsabilidades.
    Com certeza vc será um pai atento e partic ipante, já o demonstrou pela escolha da temática.
    Beijo carinhoso pra vc!

  4. Se na minha vida a maternidade não for como tem que ser, com tudo certinho e talvez até idealizado, simplesmente não será. Eu compro um cachorro.
    Beijo

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