Se faltar inspiração…

7 razões para transar 

Dificilmente alguém precisa de argumentos científicos para fazer sexo. Mas eles existem, mesmo assim. Estudos recentes comprovam que a atividade sexual favorece a saúde e a beleza quando praticada pelo menos uma vez por semana. Sexo combate o estresse, melhora a auto-estima, o humor e o sono. Os novos estudos relacionam o sexo a pelo menos sete benefícios.

Previne gripes e resfriados
Segundo uma pesquisa da Universidade Wilkes, nos Estados Unidos, sexo pelo menos uma vez por semana eleva os níveis de defesa do sistema imune.

• Mantém a beleza
Pesquisa do Hospital Real de Edinburgo, na Escócia, confirmou a teoria de que sexo faz bem para a pele. Pessoas que conseguem ter cerca de quatro relações por semana aparentam ser entre sete e 12 anos mais jovens. A razão de tamanha fonte de juventude é o aumento da quantidade de estrógeno, hormônio que ajuda o cabelo a brilhar mais e a pele a ficar mais firme.

Combate a enxaqueca
Transar libera mais endorfinas no corpo, hormônios que aumentam a sensação de bem-estar. O orgasmo é um analgésico natural.

Regula o ciclo menstrual
Estudos realizados pelas universidades Colúmbia e Stanford sugerem que sexo uma vez por semana faz com que o ciclo menstrual das mulheres seja mais regular.

• Ativa a circulação sanguínea
Sexo é como exercício aeróbico. Melhora a circulação do sangue, o que é positivo para a saúde do coração. Nas mulheres, ele mantém a lubrificação vaginal. Nos homens, garante a ereção. É por isso que disfunção erétil e dificuldade de lubrificação são indícios de doenças coronarianas. “Se a circulação está comprometida no coração, o sangue não chega direito aos órgãos sexuais”, diz a sexóloga Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Fortalece a musculatura pélvica
Mulheres que têm a musculatura dessa região fortalecida correm menos riscos de sofrer de incontinência urinária.

Queima calorias
Uma relação sexual de 40 minutos consome as mesmas 160 calorias que uma caminhada de meia hora, diz o sexólogo Alfredo Romero, diretor do Instituto Brasileiro para a Saúde Sexual. “É a melhor atividade física que existe. Quando é feita com amor, melhor ainda.” Essa é a receita do casal brasiliense Luiz Antonio da Silva, de 36 anos, e Andréa Nascimento, de 34. Eles abriram mão da academia. “Nosso exercício é no quarto”, afirma Andréa. Luiz diz sentir a musculatura do corpo mais relaxada. Andréa afirma que a pele fica ótima. “Transamos cinco vezes por semana”, diz. Segundo ela, a média cai quando estão meio brigados. “Aí são só três.”

Fonte: Revista Época 

Pesquei no blog da amiga B.: www.avidasecreta.com

 

Doce lar

Nada melhor que chegar em casa e: tirar os sapatos, tomar banho quentinho, desligar o celular, abrir as janelas, fazer cocô no seu próprio banheiro, escutar sua música predileta, preparar um rango básico, ligar para uma pessoa querida, passar horas ao telefone, recolher o lixo, usar o computador por lazer e não trabalho, brincar com seu bicho de estimação, jogar um Bom Ar pela casa toda, se jogar no sofá, se jogar no tapete, andar descalço, de cueca, calcinha e meia, ligar a tv, assistir um filminho, desligar tv e rádio e ficar curtindo a lua, as estrelas ou qualquer ponto luminoso que dê pra ver da sua janela…enfim, cada um na sua casa e cada louco com suas manias. Qual é a sua?

Rapidinhas

– Hoje assisti ao filme “Antes de partir”, com Jack Nicholson e Morgan Freeman. Vale pelas ótimas sacadas, pelos dois astros atuando juntos e pela enorme vontade de sair do cinema aproveitando a vida. Ps.: fui sozinho ao cinema, às vezes eu gosto assim, não vejo problemas.

– Putz, lá na seção de vídeos deste blog deixei um sobre uma viagem que fiz a Paraty, acabei ironizando que lá não tem nada pra fazer, etc…rs. Um moradora da região, rica e proprietária de uma lancha, passou pelo blog e odiou o comentário…rs. Disse ela: “ser pobre é uma merda, se vc tivesse uma lancha teria se divertido muito mais…”. E eu posso com isso?

Até mais!

A felicidade realista

Recebi o texto abaixo por e-mail, já faz algum tempo, mas resolvi compartilhar com vocês. Agradeço a amiga e leitora Carol Alcala. 

Por Martha Medeiros 

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre, queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados e irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema, queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa 5 estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor…Não basta termos alguém com quem conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno, queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, jantar a luz de velas de segunda à domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão, simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, ser feliz com uns romances ocasionais, ser feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor próprio.

Já o dinheiro é uma benção. Quem tem precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo, e não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, com um pouco de humor, de fé  e doses de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo, onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples. Você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietudes no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, um monte de outras coisas, mas não felicidade.

Contos telefônicos

Despertou no meio da madrugada, suada, ofegante, feliz, um sonho estranho, não lembrava direito o roteiro, mas havia por lá um rosto conhecido, na verdade um rosto que ela não conseguia esquecer. Levantou-se da cama sem fazer muito barulho e deixou o marido dormindo o sono dos justos. Desceu pelas escadas com o coração acelerado, não entendia porque depois de tanto tempo ainda tinha aqueles sonhos malucos, pensamentos libidinosos e uma imensa vontade de fazer loucuras, de viver uma outra vida. No andar de baixo dirigiu-se para a cozinha e procurou um copo com água, tentou acalmar-se, sabia que aquilo não acontecia de forma proposital, mas ela não podia evitar pensar nele, às vezes chegava à conclusão de aquilo era um karma, talvez alguma pendência de vidas passadas, algo que precisava ser resolvido e finalizado. Que tortura meu Deus, que sofrimento, que perigo, que delícia sonhar de vez em quando em silêncio e acordar sobressaltada como naquela noite. Só ela sabia o quanto. Por um instante viajou com o copo de água na mão e por pouco não o deixou cair, dirigiu-se para um canto da sala que servia de pequeno escritório, uma escrivaninha com um computador, que ela e o marido utilizavam em comum acordo, livros, filmes em DVD, fotos e mais um monte de papéis. Contas a pagar, anotações diversas, e…onde será que estava? Tinha certeza de que ficava por ali, em algum lugar entre as contas e as correspondências, era tudo bem organizado, mas naquela euforia ela se enrolava toda, o marido podia acordar, ela deveria voltar logo para a cama. Abrindo gavetas deparou-se com a pequena agenda telefônica, aquelas onde só cabem os nomes e números, era uma agendinha antiga, parecia coisa de menina, na verdade era coisa de menina, ela guardara a agenda desde os tempos de colégio e ali estavam os números das amigas do passado, a Lú, a Pri, a Má, a Rô, a Fá, enfim, a turma da escola e outros conhecidos, e ela sempre dizia que um dia passaria tudo a limpo numa nova agenda, bobagem. Sabia que o nome dele não estava assim facilmente disponível, havia lá um código, que somente ela e algumas das amigas da adolescência poderiam decifrar. Alguns rabiscos, pareciam coisa árabe, eram a senha para o número dele, nem lembrava de onde veio essa idéia, mas assim protegia seus pensamentos e guardava seus segredos. Pegou o próprio celular e discou 99 alguma coisa, no momento não estava preocupada se ele poderia identificar a chamada ou não. Dois ou três toques depois e uma voz sonolenta atendeu ao chamado “Alô…alô…quem é?…São três da manhã, quem é por favor? Alô, se não falar nada vou desligar…”. Talvez tenha durado uns trinta segundos, telefone mudo, uma eternidade. Ele não ouviu resposta e também não reconheceu aquele número. Do outro lado da linha ela desligou o aparelho e arrancou a bateria, seu coração batia mais que descompassado, parecia querer pular pela boca. Aquela voz continuava a mesma, parecia que ela podia sentir o cheiro da respiração dele, vê-lo de perto e tocá-lo como antigamente, que loucura. Aos poucos foi se acalmando, no fundo do coração batia um medo enorme de nunca mais poder ao menos ouvi-lo, que bom o número ainda ser o mesmo. Aquele número, aquela voz de vez em quando, era tudo que havia restado, tinha a impressão de que morreria sem esse pequeno alento, mas não podia colocar toda sua vida em risco. Voltou para a cama e no dia seguinte dirigiu-se a uma loja de celulares para trocar o número de seu aparelho pela milésima vez, como sempre fazia após essas crises de abstinência. Do outro lado da cidade, na mesma manhã, ele também acordou disposto a trocar seu número, estava cansado de trotes, sempre um número estranho que o acordava no meio da noite e depois se transformava num eterno enigma “o telefone chamado não existe, favor consultar o catálogo de informações”.

Amigos temporariamente fora de serviço

Eles são assim mesmo. Um dia aparece um namorado(a) na vida da sua melhor amiga(o) e você será fatalmente trocada por ele, não tenha dúvidas, afinal, tem coisas que só se pode fazer com namorado(a), apesar de que alguns amigos…, bom, deixa pra lá. Voltando ao assunto, seu amigo(a) vai sumir por uns tempos e você só vai encontrá-lo de vez em quando pela internet, de repente um scrap no orkut do tipo “precisamos marcar, etc”, “preciso te apresentar a Jú ou o Rô”, às vezes um papo rápido pelo msn, e agora o nick do seu amigo é sempre “felizzzzzz e apaixonado”, assim como o perfil do orkut.

Porquê será que algumas pessoas, quando assumem um relacionamento, mudam radicalmente seu comportamento, excluindo amigos e marcando ausência em todos os lugares? Entendo que é natural que a gente queira ficar sempre com nosso “amor”, ficamos mais reservados, longe da folia, até uma nova turma de amigos acaba surgindo na nossa vida, são amigos dele, amigos dela, enfim, a vida realmente dá uma mudada, e além disso, a gente não pensa mais em tempo livre, o que for tempo livre será do meu amor.

Curtir o novo amor, mudar os hábitos, dar um tempo com as baladas, fazer programinhas à dois, jantarzinho com outros casais, enfim, tudo isso é muito bem vindo e necessário, mas abrir mão de uma convivência bacana com seus velhos amigos de sempre pode ser uma grande bobagem. Se tudo isso virar uma longa e verdadeira história de amor, você vai precisar de testemunhas, torcida à favor e alguns pares de padrinhos, portanto, nada melhor que um amigo de verdade para nos encher de boas vibrações nessas horas.

Boas vibrações para todos, inclusive os sumidos!

 

O lado B do carnaval

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Todo carnaval é assim, tem programa para todos os gostos, inclusive tem gente que odeia carnaval,  e essas pessoas também devem ser respeitadas. Entretanto, quando a gente resolve ficar em casa, se esconder num sítio ou fugir para qualquer outro lugar mais tranquilo, basta ligar a televisão para ser bombardeado pelas imagens do sambódromo, bastante carnaval de Salvador, com seus ingressos absurdamente caros, e um pouco da folia do Recife. A impressão que passa é que longe disso nada mais é legal ou interessante, e se você não foi a nenhum desses lugares, não terá boas estórias para contar na quarta-feira de cinzas.

Pois é, mas a verdadeira folia se esconde nos lugares mais improváveis, no meio das ruas, sem que seja cobrado um único real para você se divertir. Dessa vez resolvi dar um pulo logo ali no Rio de Janeiro, com um grupo de amigos que gosta muito da bagunça, e bem longe da Sapucaí acabei me divertindo como nunca nos blocos de rua que pipocam pela cidade. Em cada dia de folia sempre tem um ou dois bem interessantes e cheios de gente bonita, além de vários outros que nem aparecem na programação dos jornais.

Quando digo gente bonita é bonita mesmo, mulheres lindas e fantasiadas de forma pueril e os homens no mesmo ritmo, ou seja, dá pra ficar bem feliz nesses blocos de rua, e lá no Rio tem para todos os gostos, com os nomes mais engraçados possíveis, como “Que merda é essa”, “Simpatia é quase amor”, “Cordão do Bola Preta” (famosão esse), “Se melhorar afunda”, e por aí vai.

Resumindo, não sou o típico folião, mas é muito gostoso entrar no clima descontraído de alguns blocos, usar uma fantasia básica qualquer, reunir os amigos, acompanhar a bandinha com suas marchinhas imortais e voltar para casa com boas lembranças. Infelizmente, na capital de São Paulo, a nossa querida selva de pedra, é muito difícil encontrar essa alternativa de diversão, até mesmo os bailes de salão que faziam tanto sucesso deixaram de acontecer ou estão ficando raros, ou seja, São Paulo não tem a menor graça. 

Diante dessa falta de opções, tenho pensado seriamente em convidar milhares de amigos malucos e colocar nosso bloco na rua, uma rara oportunidade para fugir da rotina e vestir outra fantasia. Ainda falta pensar em um nome para o bloco e vários outros detalhes, mas também preciso saber se você vem. Bóra lá? 

Boas vibrações e Feliz Ano Novo(agora tá valendo) pra todos!